Habilitado para conceber espaços e objetos, o arquiteto e urbanista vê seu mercado se expandir com o crescimento de moradias populares criadas pelo poder público. Mas apesar de a carreira ter sua imagem vinculada à área de edificações, estes profissionais também podem trabalhar com paisagismo, cenografia, conservação e preservação de patrimônios históricos e culturais, design gráfico, além de projetar produtos como móveis e utensílios.
Quem está há muitos anos no mercado garante que para seguir carreira, mais do que saber desenhar – já que o vestibular tem prova de habilidade específica – o aluno precisa ter senso de organização, criatividade e muito jogo de cintura. É necessário prestar muita atenção porque quando menos espera durante um projeto o arquiteto é desafiado a pensar em uma solução rápida para um problema de sinalização, acessibilidade, comunicação ou conforto.
Com habilidades diferentes, mas que se complementam em muitos trabalhos, arquitetos e engenheiros, principalmente na área civil, vivem uma rivalidade histórica. Enquanto o primeiro concebe um projeto, o segundo é responsável por torná-lo realidade.
Com habilidades diferentes, mas que se complementam em muitos trabalhos, arquitetos e engenheiros, principalmente na área civil, vivem uma rivalidade histórica. Enquanto o primeiro concebe um projeto, o segundo é responsável por torná-lo realidade.
Atualmente, os arquitetos e urbanistas estão vinculados ao Crea, mas está em andamento a formação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Um dos objetivos do conselho é garantir exclusivamente a arquitetos e urbanistas a responsabilidade de assinar projetos arquitetônicos, atribuição que hoje em dia também é dos engenheiros.
Conheça mais em: http://www.creape.org.br/web/crea-pe e http://www.creasp.org.br/